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Dia Mundial do Champanhe inspira celebração e tradição francesa
Fundada em 1760, Maison Lanson mantém estilo fresco e vibrante em champagnes Non Vintage

Dia Mundial do Champanhe inspira celebração e tradição francesa
Maison Lanson celebra Dia Mundial do Champanhe com rótulos Non Vintage importados pelo Cantu Grupo Wine. (Foto: Divulgação)

Publicado em 23/10/2025

Borbulhas finas, elegância e uma energia que parece eterna — é isso que torna o Champagne uma das bebidas mais admiradas do mundo. No Dia Mundial do Champanhe, celebrado em 25 de outubro, o brinde ganha um significado especial: reconhecer o valor do tempo, da serenidade e do savoir-faire - em português, “saber fazer” - que fazem de cada taça uma celebração à vida. Entre as vozes que representam esse universo está Emil Lecamp, Area Manager da Maison Lanson, uma das mais antigas e respeitadas casas de Champagne da França, que é importada com exclusividade pela Cantu Grupo Wine.

“Champagne é sinônimo de alegria, conquista e compartilhamento. Vai além das ocasiões especiais — ele transforma qualquer momento em algo memorável”, explica Emil. Segundo o especialista, a diferença entre um champagne e um espumante está no rigor e na origem. “Todo champagne é um espumante, mas nem todo espumante é um champagne. Ele só pode ser produzido na denominação de origem Champagne, com regras muito específicas de colheita, tipos de uva, fermentação e tempo de envelhecimento.” É esse rigor que garante o equilíbrio entre frescor, finesse e complexidade aromática — marcas registradas da bebida.

A Maison Lanson, fundada em 1760, em Reims, é reconhecida por seu estilo fresco e vibrante, resultado da opção por não realizar a fermentação malolática (técnica que preserva a acidez natural e o caráter vivo dos vinhos). “É o que dá longevidade e frescor aos nossos champagnes. Cada safra é uma criação única, fruto de um trabalho minucioso de seleção e paciência”, afirma Emil. Com mais de 260 anos de tradição e presença em mais de 110 países, a Lanson combina herança familiar e inovação, mantendo uma relação próxima com viticultores parceiros há gerações e cultivando parte de seus vinhedos de forma biológica e biodinâmica.

No Brasil, a Cantu Grupo Wine traz dois rótulos da marca que traduzem o coração do estilo Lanson: o Black Création Brut e o Rosé Création Brut, ambos da categoria Non Vintage, a mais popular entre os consumidores brasileiros e também no mercado internacional. “O Black Création Brut expressa a essência da Lanson — notas de maçã verde, brioche e toques cítricos, com um equilíbrio perfeito entre frescor e elegância. Já o Rosé Création Brut tem mais presença de Pinot Noir, o que traz estrutura e aromas de frutas vermelhas, mantendo a acidez e o frescor do estilo da casa”, detalha Emil.

A escolha desses rótulos não é por acaso. “A categoria Non Vintage é a mais procurada no Brasil, especialmente os champagnes Brut e Rosé Brut. E o Rosé tem um papel importante na história da Lanson — fomos uma das primeiras maisons a produzi-lo, em 1833, e hoje ele representa 20% das nossas vendas globais, o dobro da média de outras casas”, explica o porta-voz.

Na hora de servir um Champagne, a temperatura ideal está entre 8 °C e 12 °C, e a taça faz toda a diferença. “A flute tradicional é ótima para festas e brindes, mas, para apreciar melhor os aromas, recomendo taças bojudas ou até mesmo de vinho branco”, indica Emil. As harmonizações também vão muito além do óbvio: o Black Création Brut acompanha com elegância ostras, peixes e queijos cremosos, enquanto o Rosé Création Brut brilha com pratos mais intensos, como salmão grelhado, pato ao molho cítrico ou sobremesas com frutas vermelhas e chantilly. “Champagne combina com tudo — e sozinho também. Sua acidez e frescor limpam o paladar, fazendo dele o acompanhamento ideal para qualquer momento”, completa.

Símbolo de hospitalidade e generosidade, a Maison Lanson segue celebrando o amor, a partilha e a amizade — valores que também guiam o espírito do Champagne Day. “Brindar com champagne é celebrar o presente, respeitando o tempo e a natureza que o tornam possível. Cada borbulha é um lembrete de que a vida merece ser vivida com frescor”, conclui Emil Lecamp.

 

 

 

 

Da redação

Fonte: Wine

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