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Investigação do caso Orelha ganha novo prazo
MPSC solicita nova diligência e amplia investigação em 30 dias

Investigação do caso Orelha ganha novo prazo
A investigação sobre a morte do cão comunitário em Florianópolis segue em andamento, com apoio de grupo técnico e novas etapas determinadas pelo MPSC. (Foto: Reprodução internet)

Publicado em 09/04/2026

A apuração sobre a morte do cão comunitário Orelha, em Florianópolis, terá mais tempo para ser concluída. O Ministério Público de Santa Catarina (MPSC) decidiu solicitar uma nova diligência no inquérito, o que amplia em 30 dias o prazo para a finalização do parecer jurídico.

Segundo o órgão, a medida é necessária para reunir uma prova considerada essencial para a análise do caso. A informação foi confirmada à imprensa e reforça que a investigação ainda depende de elementos adicionais antes de qualquer definição.

Nova diligência e reforço técnico

Essa não é a primeira vez que o MPSC requisita novas ações no processo. Em fevereiro, já haviam sido determinadas diligências complementares à Polícia Civil, incluindo a exumação do corpo do animal, que vivia há cerca de uma década na região da Praia Brava.

Para dar suporte às investigações, foi criado um grupo técnico especializado que atua em conjunto com as Promotorias de Justiça. O caso está sob análise da 10ª e da 2ª Promotorias de Justiça da Capital.

Cabe ao Ministério Público avaliar se há indícios suficientes de autoria e materialidade para eventual denúncia. Caso contrário, o órgão pode optar por novas diligências ou até pelo arquivamento, conforme prevê a legislação.

Possíveis desdobramentos

A depender das conclusões, o MPSC pode apresentar denúncia à Justiça, caso sejam identificados crimes envolvendo adultos. Se houver participação de adolescentes, é possível a abertura de procedimento por ato infracional. O processo segue sob sigilo, em razão da presença de menores entre os investigados.

Relembre o caso

O caso ganhou repercussão após Orelha ser encontrado em estado grave no dia 5 de janeiro, depois de desaparecer durante a madrugada anterior. O animal não resistiu.

A investigação conduzida pela Polícia Civil aponta que quatro adolescentes teriam participado das agressões, com ao menos um deles sendo indicado como diretamente envolvido. Diante dos indícios, foi solicitada a internação cautelar de um dos jovens.

Além disso, três adultos, familiares dos adolescentes, foram indiciados sob suspeita de tentar interferir no andamento do inquérito, por meio de coação de testemunhas.

 

 

Da redação

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