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Lúcia Helena Vieira assume a ACI e defende jornalismo responsável
À frente da entidade, jornalista destaca defesa da liberdade de expressão e valorização do jornalismo profissional em Santa Catarina

Lúcia Helena Vieira assume a ACI e defende jornalismo responsável
Em entrevista, Lúcia Helena fala sobre os desafios da nova gestão, a defesa da liberdade de expressão, as transformações provocadas pela tecnologia e pela inteligência artificial e a importância de fortalecer o jornalismo profissional em Santa Catarina. (Foto: HBN/Imagem da Ilha​)

Publicado em 03/09/2026

Lúcia Helena Evangelista Vieira assumirá a presidência da Associação Catarinense de Imprensa (ACI), sucedendo Déborah Almada. Com uma trajetória marcada pela atuação no jornalismo e na comunicação pública, Lúcia já ocupou os cargos de vice-presidente e segunda vice-presidente da entidade. À frente da nova gestão, ela fala sobre os desafios da imprensa profissional, a defesa da liberdade de expressão, as transformações provocadas pelas novas tecnologias e pela inteligência artificial, além das prioridades para a ACI nos próximos anos.

Imagem da Ilha: Então, você assume dia 03 a presidência da ACI. A entidade vem trabalhando, entre outras ações, em defesa da liberdade de expressão. E essa situação continua a prioridade ou ela se deteriorou?

Lúcia Helena: Não, não se deteriorou. Ela sempre será uma das principais bandeiras da ACI. É claro que hoje muita gente usa esse argumento da liberdade de expressão para falar as maiores barbaridades, mas quando nós, da ACI, falamos em defender a liberdade de expressão, a liberdade de imprensa, nós estamos falando de jornalismo sério, que checa as informações, que ouve todos os lados e que se responsabiliza por aquilo que está escrevendo.

Porque, na nossa vida como jornalistas, a gente sabe de muita coisa, inclusive muitas coisas que são verdadeiras, porém, muitas vezes a gente não tem como provar aquilo, e, se você não tem como provar, você não pode escrever. Então, essa é a responsabilidade que nós defendemos. A liberdade de expressão de quem tem conhecimento para exercê-la.

Com respeito à pessoa humana, com respeito às leis, à convivência democrática, ao diferente, ao plural. É isso que a gente defende.

Imagem da Ilha: E você foi eleita com 98.65% dos votos em chapa única. O que essa votação representa para a nova gestão? E, ao mesmo tempo, que responsabilidade ela coloca para você à frente da ACI?

Lúcia Helena: Eu ia dizer justamente isso. Em primeiro lugar, o que ela representa é uma enorme responsabilidade. Porque, com 90 e tantos por cento da confiança dos associados, isso é uma responsabilidade muito grande, que está acima de qualquer coisa, que nos faz nos empenhar o máximo para corresponder a essa expectativa.

E essa eleição é chapa única, ela decorre de longos anos na ACI, não só meu, de todo esse esse grupo de outras gerações, porque a ACI tem uma característica, ela busca congregar, ela busca melhorar o nosso ambiente, criar oportunidades de capacitação, de debate, de troca de ideias, trazer gente de fora para conversar com os profissionais daqui, enfim. Então, existe esse senso comum na ACI, dá para dizer até que é uma cultura de muito tempo, não é de agora.

E, além disso, principalmente as duas últimas gestões, antes também, mas, assim, as duas gestões da Débora à frente da ACI foram muito profícuas. Ela ampliou bastante o número de diretorias, o que significa ampliar bastante os braços para trabalhar. E todo mundo assumiu com muita garra, com muita determinação nação, com um propósito.

Então, as coisas começaram a aparecer mais, vamos dizer assim, mas eu sempre digo que, se hoje a gente está nesse nível de preocupação de desenvolver projetos maiores, melhores, em parceria com outras instituições, é porque, antes de nós, muitos pavimentaram esse caminho.

Então, assim, a gente tem uma sede porque muitos lutaram para que a gente tivesse essa sede. Eu sempre reconheço isso e é por isso a minha paixão pelo Memorial da Comunicação, porque nós pretendemos que essa história fique registrada e que todo mundo conheça. É importante a gente conhecer a história, conhecer quem foram todas essas pessoas que tanto fizeram por Santa Catarina, pela nossa cultura, pela economia, por tanta coisa.

Muitos anônimos, mas que a gente pretende que esteja tudo registrado no memorial, porque é importante que esses jovens e os novos que estão começando, que também conheçam essa história.

Imagem da Ilha: E na sua gestão, quais são as prioridades?

Lúcia Helena: Eu acho que todos os projetos em andamento terão continuidade, porque eu considero que tudo que foi feito foi muito bom, muito bem feito.

O que a gente tem que fazer, além de dar continuidade, é procurar aprimorar, renovar, enfim, mas sempre dar continuidade. A gente tem que ter o nosso projeto para os profissionais da comunicação de Santa Catarina de todas as idades. Então, é isso que a gente tem que tocar, mas eu destacaria: todos os projetos são importantes. Não é o fato de não citar ou citar um ou outro que seja menos importante, mas é que são muitos.

Mas eu destaco o prêmio ACI OSESC de Jornalismo, que foi criado na gestão da Débora. Estamos esse ano indo para sexta edição e esse é um projeto super exitoso e que foi criado para valorizar o bom jornalismo, que é o que a gente defende, a capacitação e o trabalho bem feito, que isso todo mundo possa ver.

Eu tenho visto pessoalmente agora fora da ACI, quando eu participo, por exemplo, participei agora recentemente de bancas de outros prêmios, que a gente, mesmo nós como jornalistas que costumamos ler muito, muita coisa a gente não leu, a gente não viu e eu eu tenho me surpreendido com a qualidade dos trabalhos que eu tenho encontrado, pela oportunidade de participar de bancas.

Então, é isso que esse prêmio busca e acho que os jornalistas entenderam isso, tanto que a adesão é muito grande, graças a Deus. E a gente considera que é um projeto exitoso, nosso parceiro, OSESC, fantástico desde a primeira hora, continua nos apoiando muito, é essencial. Então, esse projeto é um dos que têm maior alcance, vamos dizer assim.

Imagem da Ilha: Nesse projeto tem uma opção de jornalismo online ou ainda não tem?

Lúcia Helena: Tem, web jornalismo. Tem desde sempre. As categorias, eu não quero errar, nem falhar, né? Mas é impresso, web, jornalismo, rádio, TV, universitário e o prêmio de agricultura, da área do agro, é um prêmio especial por causa da OSESC.

Mas, além do prêmio, eu quero destacar de novo o Memorial da Comunicação, porque o Memorial da Comunicação foi um projeto idealizado lá em 2010. Inclusive, foi em função dele que nós conseguimos, com o então governador Luiz Henrique, a cessão daquele imóvel para ser a sede da ACI… a sede da ACI e do Memorial.

Então, por que até hoje ele não tá pronto? Porque, primeiro, o imóvel que a nós foi destinado em 2009, nós só recebemos esse imóvel em dezembro de 2018. Ele estava em obras. Então, só nisso, já foi um tempo.

Quando a gente assumiu e começou a levantar e a procurar os projetos que já estavam feitos de museológicos, enfim, eles já estavam defasados, a gente tinha que fazer de novo. E nisso veio a pandemia, a casa ficou fechada quase dois anos, porque a gente não podia se reunir. Mas, assim, ele nunca parou.

Ele está evoluindo, nós aprovamos esse projeto no Plano de Incentivo à Cultura do Governo, captamos recursos. Então, a primeira parte, a primeira etapa, ela está concluída, que são os estudos e a pesquisa. Essa pesquisa foi concluída. Agora, é outra etapa, que é a produção e a aquisição dos equipamentos, então, para a gente instalar. Esse projeto é um projeto que não é de uma gestão, ela é de muitas gestões.

Começou, se não me engano, o presidente já era o Ademir Arnon, mas quem trouxe a ideia foi o Moacir Pereira. E, a partir de lá, é que foi evoluindo e que fomos fazendo muitas gestões. Eu digo, “fomos”, porque desde o começo eu participo com eles.... Muitas pessoas integraram esse grupo que trabalhou mais especificamente pelo memorial…

Então, isso é uma construção, e não é fácil a gente conseguir um imóvel.

Imagem da Ilha: A ACI chega a uma nova gestão e a um momento de muitas transformações no jornalismo. Uma mudança no consumo de notícias, inteligência artificial, desafios para a imprensa profissional. Qual a principal preocupação da entidade com o futuro do jornalismo em Santa Catarina?

Lúcia Helena: Tem muita coisa envolvida. Então, especificamente nessa gestão que vai começar, que está começando, nós já tomamos duas decisões. Uma é criar a diretoria da ACI Jovem para trazer os jovens profissionais, jornalistas para dentro da ACI, porque a gente precisa conviver e estar renovando, trazer novas ideias e novas experiências. A outra grande novidade, anunciada na noite desta quinta-feira (03), durante a posse, é uma capacitação em empreendedorismo, realizada em parceria com o Sebrae, voltada a profissionais 60+ que ainda estão tentando se adaptar aos novos tempos digitais.

 

Imagem da Ilha: Você começou no Jornal Diário como repórter de política do extinto Diário Catarinense. Quais as lembranças dessa época? E de lá para cá, além do crescimento vertiginoso dos veículos digitais, algo mudou na essência da imprensa?

Lúcia Helena: Ah, nossa. Mudou muita coisa. Eu, na verdade, comecei no jornalismo diário no Jornal Estado, mas eu fiquei poucos meses lá, logo em seguida me chamaram e eu fui para o Diário Catarinense e fiquei lá bastante tempo, vários anos. E, depois do Diário, ainda, numa outra ocasião, trabalhei na redação do jornal A Notícia aqui em Floripa. Então, eu tenho muitas e ótimas lembranças. Eu sempre digo que eu era feliz como repórter e sabia que era, porque eu amava fazer isso.

Até hoje, esse meu espírito de curiosidade, de querer entender as coisas coisas vem de lá. Eu nunca deixei de ser repórter, apesar de eu não escrever mais reportagens (risos). Mas é claro que mudou muito. A gente sabe que a tecnologia, a evolução da tecnologia, provocou inúmeras mudanças que a gente ainda tá entendendo agora com a inteligência artificial e tudo. Então, não dá para gente ter aquela cabeça que a gente tinha na década de 90.

As coisas mudaram e a gente viu isso acontecer, tanto tu quanto eu. Os que se adaptaram, os que aprenderam a lidar com a tecnologia, com o digital, esses estão aí, trabalhando. Tiveram alguns que se recusaram, que não quiseram, não é que não tinham capacidade, não quiseram, não aceitaram a mudança.

Infelizmente, pararam, né? Pararam porque não tem mais espaço. Tem uma porção de gente que está fora, porque nós fomos criados "para o antes", a gente ia para a faculdade para ir trabalhar em redação, era isso que a gente queria. Hoje, as coisas mudaram, as redações enxugaram e isso aumentou muito o número de assessorias de imprensa.

Que, naquela época, lá atrás, década de 80, de 90, eram vistas de uma forma diferente, tinha uma certa desconfiança. Hoje, não, elas (as assessorias de imprensa) são mega profissionalizadas, elas são importantíssimas, porque todo mundo precisa se comunicar. E, além disso, tem a tecnologia que a gente tem que mexer com ela.

Tem que ter o digital, tu tens que saber postar as coisas, editar e fazer isso rapidamente... Só para ilustrar, na minha época de repórter de política, eu cobria a política, se tivesse um assunto de economia acontecendo na Assembleia, porque eu cobria a Assembleia, eu ligava e vinha um repórter de economia cobrir com o fotógrafo. Não existe mais isso.

Hoje, além de tu cobrir tudo, todos os assuntos, tu também faz tudo, vídeo, áudio, texto, edita... É diferente, mudou e eu gosto. Eu sou curiosa e acho que é importante que a gente se adapte à realidade, que a gente evolua e consiga criar valor nisso, porque existe.

Imagem da Ilha: Você é a dona de uma empresa de comunicação, a Casa da Imagem Comunicação e prefere se apresentar como? Jornalista e consultora de comunicação, no que consiste essa consultoria?

Lúcia Helena: Eu sou jornalista em primeiro lugar, sempre, nunca vou deixar de ser. Mas a minha empresa é uma consultoria em comunicação.

A minha especialidade é gestão de reputação e daí se desdobram várias coisas. Posicionamento, gestão de crise, enfim... Eu já tenho essa consultoria há 14 anos e isso foi acontecendo paralelamente aos cargos que eu eventualmente ocupei no serviço público, também na área de comunicação. E essa consultoria é resultado da soma da minha experiência.

Porque eu estive em todos os lugares, eu estive em redação, eu estive em órgãos públicos, eu estive em empresas, então, a visão que essa experiência toda me deu é que eu busco prestar para os meus clientes.

Imagem da Ilha: Agora mudando um pouquinho de assunto, os ministros do STF reacenderam o debate sobre a obrigatoriedade do diploma no exercício de jornalismo. Qual a sua opinião sobre o assunto?

Lúcia Helena: Eu acho mais do que oportuno, na verdade, o diploma nunca deveria ter caído. Porque as pessoas confundem, todo mundo acha que é jornalista, todo mundo que gosta de ler e escrever, acha que sabe... Não é que as pessoas não saibam escrever, claro, muita gente sabe mesmo, porém, o exercício do jornalismo exige técnica.

Exige técnica, exige estudo filosófico, sociológico, a gente tem que ter consciência da importância da amplitude do nosso papel como jornalistas. E isso a gente só tem na faculdade.

Por sorte, por circunstâncias pessoais, um ou outro podem ter adquirido de alguma maneira, os que vieram de um ambiente, de uma família que é acostumada com leitura, com experiências, com viagens... Mas isso não é uma técnica jornalística. A cultura muita gente pode ter, mas existe uma técnica, existem regras que a gente deve obedecer.

E aí, hoje, a gente está assistindo um descalabro de que são essas pessoas que que alegam a liberdade de expressão, que dizem barbaridades, que criam um blog qualquer, que acham que pode dizer tudo do que bem entende, jogar a reputação das pessoas na lama e depois nem sabem como fazer para ver se é verdade ou se não é verdade, só joga primeiro. Quer dizer, isso não é bom para ninguém. Isso não é bom para a sociedade.

E tem que ser responsabilizado por isso, se for o caso. Só que a legislação tirou o diploma, mas não tirou a proteção dos que se dizem jornalistas. Como um dos ministros disse, "eu posso acordar hoje e resolver que eu sou jornalista e sair escrevendo". E aí eu tô protegido pelo sigilo da fonte, por uma série de coisas. Como? Não pode.

Imagem da Ilha: Qual a sua opinião sobre a regulação das redes sociais?

Lúcia Helena: Quando a gente fala em regulação, nós jornalistas, sempre se arrepia um pouco, né? Porque a gente, principalmente os mais velhos, que viveram outra época, que dá um pouco de preocupação com isso.

Mas acho que os limites legais precisam existir e, principalmente, as pessoas e as empresas precisam ser responsabilizadas pelo que elas causam. Porque o direito já prevê isso. Já prevê, já está na legislação, já diz o que é crime, o que não é crime, enfim.

Então, as redes sociais e essas com mais atenção ainda, porque é muito fácil o acesso, das crianças, dos adolescentes.... Nós estamos vendo a barbaridade que está acontecendo em todos os níveis.

Então, isso eu sou totalmente a favor, e a justiça tem mesmo que enquadrar as grandes empresas, as responsáveis, quando elas permitem coisas, colocam adolescentes e crianças expostas a todo tipo de barbaridade. Eu acho que, claro, sempre respeitando os limites democráticos, o direito de ir e vir, o direito de se expressar, com responsabilidade.

Imagem da Ilha: Você atua há muitos anos na Assembleia Legislativa. Como é essa experiência de trabalhar em cargos relevantes do setor público?

Lúcia Helena: Olha, eu já fui diretora de comunicação no governo do Estado, na SECOM. Responsável por articular todas as assessorias das secretarias. E, por muito tempo, diretora de comunicação da Assembleia, que é uma estrutura grande, eu acho que talvez a maior redação do Estado, com cerca de 100 pessoas trabalhando.

Eu acho que são responsabilidades enormes, a gente precisa, primeiro, ter consciência disso, segundo, tem que ter abertura para aprender, porque quando eu assumi um cargo desse pela primeira vez, era a primeira vez e eu fui buscar conhecer, conversar com as pessoas e tal.

Então, essa é uma experiência que também agrega a minha vivência, ao meu currículo que hoje eu posso oferecer nas minhas consultorias, é justamente poder dirigir os veículos, os veículos que eu falo agora na Assembleia, né? Porque tem televisão, tem produção de áudio, tem agência de notícias, tem redes sociais e tudo... Quando a gente tem a visão do todo, a visão que esses cargos proporcionam, eu acho que facilita muito a condução da comunicação em si. Porque nas minhas épocas, nesses cargos, eu procurava que fizesse sentido o que a gente fosse transmitir. Então, tinha que ter uma direção, as pautas tinham que ser pensadas dessa forma... "O que que a Assembleia quer dizer nesse momento?”

Então, nós vamos trabalhar assim na televisão, assim nas redes sociais... Porque, se não for uma visão global, tu acaba tendo uma comunicação atravessada. Porque cada um vai falar o que quiser. Então, acho que isso ajuda a gente a ter uma visão mais completa, né?

Imagem da Ilha: Como é que você pretende administrar a sua carga horária agora, Lúcia? Porque você está como diretora legislativa da assembleia.

Lúcia Helena: Não, eu não sou diretora, eu tenho um cargo dentro da diretoria legislativa. Eu estou trabalhando agora no processo legislativo, que é a criação de projetos de lei, revisão, acompanhamento, mas a diretoria legislativa é grande, ela tem vários setores, então a responsabilidade não é toda minha, longe disso. Outra coisa importante de saber é que a carga horária da Assembleia são 6 horas. Então, em tese eu tenho umas quantas? Umas 18h? (risos). É brincadeira, né? Mas é tranquilo, dá para administrar.

Imagem da Ilha: A ACI como está organizada num organograma com diversas diretorias, deve facilitar seu trabalho.

Lúcia Helena: A diretoria se reuniu uma primeira vez antes da posse, para a gente estar alinhado já quando começar, e definimos, teremos reuniões quinzenais, todas as terças-feiras, e, como a gente tem diretores no estado inteiro, elas serão online e com a duração de 1 hora.

Então, todo mundo é obrigado a ser muito objetivo. Os projetos são trazidos para essa reunião, a gente define as prioridades e quem vai executar e como vai executar. Também criei agora uma diretoria de planejamento que pretende ajudar a dar um norte, porque é muita gente, muitas ideias, muitos projetos e a gente precisa ter uma coisa mais uma previsão um pouco mais larga, mais longa, mais longe, do que a gente vai fazer em quanto tempo.

Então, eu acho que, assim, com essa divisão toda de tarefas, a gente vai conseguir, se Deus quiser, e fazer uma boa gestão, é minha expectativa.

 

 

Da redação

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