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Posto é interditado por risco à segurança
Estabelecimento no Córrego Grande não apresentou alvará do Corpo de Bombeiros durante fiscalização do Procon Municipal

Posto é interditado por risco à segurança
Um posto de combustíveis no bairro Córrego Grande, em Florianópolis, foi interditado pelo Procon Municipal após não apresentar o alvará obrigatório do Corpo de Bombeiros. (Foto: PMF)

Publicado em 12/05/2026

Um posto de combustíveis localizado no bairro Córrego Grande, em Florianópolis, foi interditado cautelarmente pelo Procon Municipal na última sexta-feira (8). A medida foi tomada após o estabelecimento não apresentar o alvará do Corpo de Bombeiros, documento obrigatório para comprovar as condições de segurança da operação.

Segundo a Prefeitura de Florianópolis, o local já havia sido notificado administrativamente para regularizar a situação e apresentar os alvarás exigidos para funcionamento. Mesmo após o prazo concedido pelo órgão fiscalizador, a documentação não foi entregue.

Risco envolvendo produtos inflamáveis

De acordo com o Procon, a situação é considerada grave devido à atividade exercida pelo posto, que envolve armazenamento e venda diária de combustíveis, produtos classificados como altamente inflamáveis.

Sem o alvará emitido pelo Corpo de Bombeiros, não é possível confirmar se o estabelecimento possui sistemas adequados de prevenção e combate a incêndios, rotas de fuga em caso de emergência e condições corretas para armazenamento dos combustíveis.

O diretor do Procon Municipal, Tiago Silva, afirmou que a ausência do documento vai além de uma questão burocrática e representa risco direto à população.

“Estamos falando de um documento essencial para garantir as condições mínimas de segurança de um estabelecimento que trabalha com produtos inflamáveis. A ausência desse alvará coloca em risco consumidores, funcionários e moradores da região”, destacou.

Funcionamento só poderá ser retomado após regularização

O Procon informou que o posto permanecerá interditado até que toda a documentação obrigatória seja apresentada e que o estabelecimento comprove o cumprimento integral das normas de segurança exigidas pelos órgãos competentes.

A ação, segundo o órgão, faz parte das medidas de fiscalização voltadas à proteção dos consumidores e ao cumprimento das regras previstas no Código de Defesa do Consumidor, especialmente em relação ao direito à saúde e à segurança.

O caso seguirá sendo acompanhado pelo Procon Municipal, que afirmou manter operações de monitoramento e fiscalização no mercado local.

 

 

Da redação

Fonte: PMF

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