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Greve em Floripa ganha novo capítulo político
Sindicato afirma que trabalhadores grevistas foram demitidos de forma ilegal e convoca mobilização no Centro de Florianópolis

Greve em Floripa ganha novo capítulo político
Em meio à paralisação de servidores municipais, o Sintrasem afirmou que não aceitará punições contra trabalhadores que aderiram à greve. (Foto: Divulgação)

Publicado em 07/05/2026

O SINTRASEM afirmou, através de uma publicação do Instagram, que trabalhadores em greve teriam sido demitidos “de forma arbitrária e ilegal” pela gestão do prefeito Topázio Neto. A informação foi divulgada pelo sindicato na quarta-feira (6), em meio à paralisação de servidores municipais.

Segundo o sindicato, a assessoria jurídica da entidade já estaria tomando medidas contra as exonerações. Em nota divulgada nas redes sociais, o Sintrasem declarou que “greve não é ausência injustificada” e convocou os trabalhadores para reforçarem a mobilização.

A entidade também convocou um ato na Praça Tancredo Neves, no Centro de Florianópolis, marcado para as 14h desta quinta-feira. O sindicato pediu o fechamento dos locais de trabalho como forma de fortalecer a greve e manifestou apoio aos trabalhadores ACTs.

Em nova publicação, o Sintrasem afirmou que não aceitará “punições a trabalhadores que exercem seu legítimo direito à greve” e convocou trabalhadores, famílias e comunidade para participarem da mobilização em defesa do serviço público.

Prefeitura divulga situação dos serviços

A Prefeitura de Florianópolis também divulgou nesta quinta-feira (7) um balanço atualizado dos impactos da greve nos serviços municipais.

Na Educação, das Escolas Básicas Municipais (EBMs), 38 unidades seguem com atendimento e três estão sem atendimento, número três maior em comparação ao dia anterior. Segundo a prefeitura, 24,5% dos profissionais da área estão em greve.

Nos Núcleos de Educação Infantil Municipal (NEIMs), 74 unidades permanecem com atendimento e 10 estão sem funcionamento. O percentual de profissionais em greve na educação infantil chegou a 30,6%.

Na Saúde, a prefeitura informou que o percentual geral de profissionais em greve é de 10,89%. Os Centros de Saúde com maior adesão à paralisação são os do Saco Grande, Novo Continente, Barra da Lagoa e Alto Ribeirão.

 

 

Da redação

Fonte: PMF/Sintrasem

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