Festival I Love Tainha reúne música e identidade na Capital
Show gratuito neste sábado reúne Banda Iriê e Moriel Costa no Mercado Público de Florianópolis
O Mercado Público de Florianópolis será palco de um encontro especial com a cultura manezinha neste sábado (27), a partir das 11h. A Banda Iriê e Moriel Costa comandam o Festival I Love Tainha, evento que chega ampliado em maio de 2026 para celebrar a identidade cultural da Ilha justamente no período de início da safra da tainha — pescado símbolo da tradição, da pesca artesanal e do modo de vida mané.
Idealizado para integrar o calendário cultural da cidade, o Festival I Love Tainha nasce com o propósito de fomentar o ambiente artístico e cultural de Florianópolis, valorizando saberes, sabores e sons que fazem parte da história local. A primeira ação do projeto é totalmente patrocinada pela Prefeitura de Florianópolis, por meio da Secretaria de Cultura, Esporte e Lazer e da Fundação Cultural de Florianópolis Franklin Cascaes, via Lei Municipal de Incentivo à Cultura.
Neste aquecimento de sábado, o público poderá vivenciar um recorte da atmosfera que o festival pretende consolidar nos próximos anos. Com mais de duas décadas de trajetória, a Banda Iriê leva ao palco sua sonoridade marcada pelo reggae e pelas “vibrações positivas” que embalaram gerações na Guarda do Embaú, Lagoa da Conceição, Joaquina e em toda a Grande Florianópolis. Sucessos como “Reggae Todo Dia”, “Vamos Passear” e “Meu Bem” ajudam a contar a história de um grupo profundamente conectado ao espírito da Ilha.
Dividindo o palco, Moriel Costa, cantor, compositor e uma das vozes mais emblemáticas da música catarinense, reforça o elo entre música e identidade cultural. Conhecido por sua trajetória à frente do Dazaranha e por sua forte ligação com as raízes manezinhas, Moriel imprime nas canções uma leitura contemporânea da cultura da Ilha, dialogando com o mar, a pesca, o cotidiano e a linguagem local.
Mais do que um show, o Festival I Love Tainha é um convite para celebrar Florianópolis a partir de suas origens, preparando o terreno para 2026, quando a tainha volta a ser protagonista não só nas redes e canoas, mas também na música, na arte e na valorização da cultura local.
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Da redação
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