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Doenças diarreicas caem mais de 50% na Capital
Rede municipal registra 466 atendimentos no início de 2026, contra 988 no mesmo período anterior

Doenças diarreicas caem mais de 50% na Capital
Florianópolis inicia 2026 com queda superior a 50% nos atendimentos por doenças diarreicas. (Foto: Freepik)

Publicado em 07/01/2026

A Secretaria Municipal de Saúde de Florianópolis iniciou 2026 com um indicador positivo na área da vigilância epidemiológica. Os atendimentos por Doenças Diarreicas Agudas (DDA) apresentaram uma redução superior a 50% na comparação com o mesmo período do ano anterior, sinalizando um cenário mais favorável para a saúde pública na Capital.

Entre o fim de 2025 e os primeiros dias de 2026, a rede municipal registrou 466 atendimentos relacionados a quadros de diarreia. No mesmo intervalo do ciclo anterior, entre 29 de dezembro de 2024 e 4 de janeiro de 2025, o número chegou a 988 ocorrências. A diferença representa uma queda aproximada de 52,5%.

Ações preventivas e fiscalização reforçada

De acordo com a Secretaria de Saúde, o resultado é reflexo de um conjunto de medidas adotadas de forma contínua. Entre elas estão a intensificação das orientações à população sobre higiene pessoal, consumo seguro de água e alimentos, além do reforço nas ações de fiscalização em estabelecimentos comerciais e no combate ao comércio irregular de alimentos.

A atenção ao preparo e ao armazenamento correto dos produtos vendidos, especialmente durante períodos de maior circulação de pessoas na cidade, tem sido um dos focos das equipes de vigilância sanitária, já que falhas nesses processos estão entre as principais causas de contaminação.

“O monitoramento é permanente e o trabalho integrado entre vigilância, fiscalização e orientação tem sido fundamental para reduzir os riscos à saúde, principalmente em períodos de maior fluxo de pessoas na cidade”, afirma o secretário municipal de Saúde, Almir Gentil.

Cuidados durante o tratamento

Para pessoas que apresentem sintomas de diarreia, a principal orientação é manter uma hidratação adequada. O uso de soro de reidratação oral é recomendado, inclusive após cada evacuação, como forma de evitar a desidratação. A alimentação também deve ser adaptada, com a preferência por refeições leves e a exclusão de alimentos gordurosos durante o período de recuperação.

Prevenção começa no dia a dia

As autoridades de saúde reforçam que a prevenção passa por atitudes simples e cotidianas. Lavar as mãos com água e sabão ou solução antisséptica com frequência é uma das medidas mais eficazes, especialmente antes das refeições e após o uso de sanitários ou transporte público. O consumo deve ser restrito a água tratada e de procedência confiável, assim como a atenção ao uso de gelo, que deve ser evitado quando a origem for desconhecida.

Quando buscar atendimento

Mesmo com a redução expressiva dos casos, a Secretaria alerta para a importância de atenção aos sinais de agravamento. A desidratação é a complicação mais comum da diarreia e pode evoluir rapidamente, principalmente em crianças e idosos.

A orientação é procurar atendimento de saúde em situações como três ou mais episódios de diarreia em 24 horas, vômitos ou febre persistentes, sede intensa, diminuição da urina, recusa de alimentos ou presença de sangue nas fezes. A população pode buscar orientações pelo serviço Alô Saúde, no telefone 0800 333 3233, ou se dirigir à Unidade de Pronto Atendimento mais próxima.

 

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Da redação

Fonte: PMF

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