00:00
21° | Nublado

SUV mais vendido da Jeep ganha nova fase
Atualização marca nova etapa do SUV, que já soma mais de 580 mil unidades vendidas no país

SUV mais vendido da Jeep ganha nova fase
O Jeep Renegade passa por sua atualização mais ampla desde o lançamento no Brasil, em 2015. (Foto: Divulgação)

Publicado em 31/03/2026

Modelo da Jeep mais vendido no Brasil da história e pioneiro da retomada da trajetória da marca no País, em 2015, o Renegade contrariou as especulações de que estava com seus dias contados depois que deixou de ser produzido na Europa.

Na última terça-feira, 24, a marca apresentou a maior atualização do utilitário esportivo compacto que, em uma década, ultrapassou 712 mil unidades produzidas em Goiana, PE, e perto de 580 mil vendidas no mercado interno.

Mudanças estéticas nos parachoques e grade dianteira, para enfatizar um perfil mais robusto, e no interior, com destaques para o novo painel e revestimentos internos, que elevaram a percepção de sofisticação.

Outra, talvez a maior, é a estreia de sistema híbrido leve de 48V, o primeiro da Stellantis no País e que, em breve, será adotado em veículos das outras marcas do grupo presentes no mercado brasileiro.

Versões e preços

Altitude – R$ 141.990,00 (R$ 129.990,00 promocional)

Longitude – R$ 158.690,00

Sahara – R$ 175.990,00

Willys – R$ 189.490,00

A tecnologia que busca reduzir emissões e aumentar economia de combustível, porém, estará presente em somente duas das quatro versões de acabamento: Longitude, que custa a partir de R$ 158.690,00, e Sahara, com preço inicial de R$ 175.990,00.

A opção de entrada Altitude tem preço de R$141.990,00 e a topo da linha, Willys, única com tração 4×4, sai por R$ 189.490,00.

Boas notícias são os valores pedidos pela Altitude e Longitude. Respectivamente, R$ 6 mil e R$ 7 mil menores do que os das mesmas versões até agora negociadas, com vantagem também de alguns itens de série a mais.

Melhor, para acelerar as vendas do Renegade renovado, a Jeep venderá 3 mil unidades iniciais da versão de entrada por R$ 129.990,00, desconto de 8%.

O interior da nova linha tem como destaque o multimidia de 10,1 polegadas, agora posicionado acima do painel que agora ostenta desenho maiss geométrico e parte revestida em tecido, quadro de instrumentos digital de 7″, novos console central e manopla de câmbio, além das saídas do ar condicionado para o banco traseiro.

As versões Sahara e Willys ainda dispõem de banco do motorista com ajuste elétrico. Desde a Altitude, a relação de equipamentos de série conta com seis airbags e tecnologias de condução semiautônoma, como frenagem de emergência, aviso e assistente de mudança de faixa e detector de fadiga.

O Renegade segue com o ótimo motor 1.3 turbo flex de 176 cv em suas quatro opções, acrescido do sistema híbrido MHEV de 48V no caso da Longitude e da Sahara.

A Jeep assegura que a tecnologia reduz em cerca de 7% o consumo de combustível no ciclo urbano e 8% as emissões de CO₂. O MHEV consiste de motor elétrico que auxilia o motor a combustão, tem rgeneração de energia em frenagem, mas não move o veículo sozinho.

Os números oficiais apontam consumo de 11,9 km/l (gasolina) e 8,3 km/l (etanol) no ciclo urbano e a 11,8 km/l (gasolina) e 8,6 km/l (etanol) na estrada.

“São mudanças que ampliam as opções de motorização, o que reforça a liberdade de escolha dos nossos consumidores”, afirma Hugo Domingues, diretor responsável da marca Jeep, que comemora a chegada das versões híbridas como reforço do modelo na disputa do segmento que já conta com pelo menos 25 molelos nacionais e importados.

A tecnologia e as novidades vêm em muito bom momento para as pretensões da área comercial da Jeep, que também aguarda com ansiedade a chegada do Avenger, futuro modelo nacional mais barato da marca a ser lançado ainda em 2026.

O Renegade teve 5,7 mil licenciamentos no primeiro bimestre de 2026 e aparece apenas como o 12º utilitário esportivo mais vendido no mercado interno.

No ano passado, acumulou 44,8 mil unidades negociadas, também na modesta 11ª colocação, com menos da metade do VW T-Cross, líder da categoria com quase 93 mil emplacamentos. Foi o segundo pior resultado anual do modelo. Superou somente os 38,3 mil licenciamentos do já longínquo 2017.

O recorde de entregas aos clientes finais foi estabelecido em 2021, com 73,9 mil unidades, o que lhe garantiu a liderança na categoria de SUVs, posição que havia alcançado dois anos antes, com 68,7 mil licenciamentos, até hoje a segunda melhor marca.

 

 

 

Da redação

Fonte: AutoIndústria

Para receber notícias, clique AQUI e faça parte do Grupo de WHATS do Imagem da Ilha.

Gostou deste conteúdo? Compartilhe utilizando um dos ícones abaixo!

Pode ser no seu Face, Twitter ou WhatsApp!

Para mais notícias, clique AQUI

Siga-nos no Google notícias

Google News