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Crescimento nas vendas impulsiona nova meta da BYD
Montadora chinesa registra forte crescimento no início de 2026 e projeta alcançar 250 mil veículos vendidos no Brasil até o fim do ano

Crescimento nas vendas impulsiona nova meta da BYD
Após ultrapassar a marca de 100 mil veículos vendidos no Brasil em 2025, a BYD planeja ampliar ainda mais sua presença no mercado. (Foto: Divulgação BYD)

Publicado em 07/03/2026

Ao superar a barreira de 100 mil automóveis e comercias leves no ano passado, a BYD se prepara para voos mais ousados. Ao encerrar o primeiro bimestre com crescimento de 56% em relação ao mesmo período do ano passado, de 13.603 para 21.219 unidades emplacadas a área comercial faz conta.

“Com esse ritmo, já temos sobre a mesa a estimativa de um volume em torno de 187 mil emplacamentos em 2026. Mas queremos mais, para fechar com 250 mil modelos vendidos”, revela Fábio Lage, diretor Comercial da BYD Brasil.

O executivo não conta como fará para chegar lá, mas dá pistas da chegada de novos produtos ao longo do ano, além da introdução de novas regras comerciais internas. Caso se concretize o desejo, a marca alcançará por volta de 10% do mercado, fatia próxima com a qual a tradicional General Motors encerrou 2025, de 11%.

“O mercado está cada vez mais competitivo e estreito para cada marca. Para se sobressair é preciso escala e uma primeira etapa já foi conquistada ao superamos os 100 mil emplacamentos.”

Além das novidades que surgirão, a empresa se apoia também na força que a fábrica de Camaçari (BA) deverá proporcionar. Hoje, ainda em regime de montagem de kits importados, saem da unidade os modelos Song Pro, King e Dolphin Mini. O Song Plus será o próximo.

“Em breve” é como responde o vice-presidente da BYD Brasil Alexandre Baldy ao ser questionado quando a unidade começa de fato a fabricar carros. O executivo conta que a fábrica já recebeu R$ 3,5 bilhões dos R$ 5,5 bilhões que serão investidos.

“Estamos dentro do cronograma. Em fase de acabamento, com maquinário e ferramental já adquirido”, diz se referindo a ativos dos processos de estamparia, solda, pintura e armação.

Baldy adianta que já são 400 fornecedores homologados pela BYD e que o complexo industrial baiano terá alto nível verticalização, com 17 fábricas próprias de componentes.

 

 

 

Da redação

Fonte: AutoIndústria

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