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Clínica une dermatologia, acolhimento e arte
A Medicina da Pele completa uma década com exposição do artista catarinense Elias Andrade

Clínica une dermatologia, acolhimento e arte
mostra reúne obras que valorizam a cultura local, as raízes e a paisagem da Ilha de Santa Catarina, em uma proposta que une arte e acolhimento aos pacientes. (Foto: Divulgação)

Publicado em 15/09/2026

Cuidar da pele com acolhimento e inovação permanente é regra na Medicina da Pele, dirigida por Tatiana Basso Biasi. Dermatologista com mestrado em Ciências Médicas, atuou por 11 anos na área de oncodermatologia do Cepon, teve consultório por 10 anos e há 20 é referência em Fototerapia - uma das principais opções de tratamento de psoríase, vitiligo e outras doenças inflamatórias. Na direção da clínica, é totalmente comprometida com as técnicas mais avançadas para tratamentos de alta qualidade na missão de oferecer cuidado, saúde e beleza. Com equipamentos de ponta e profissionais de excelência.

O bem-estar dos pacientes, entretanto, vai além. Desde a inauguração, Tatiana Biasi decidiu por fazer da sala de espera da sua clínica uma galeria de arte. Por ali já passaram dezenas de artistas, principalmente catarinenses. Entre eles, Vera Sabino, Caio Borges, Marcela Schmidt, Tolentino, Patrícia Vieira, Jair Marins. Elias Andrade, o índio, fez a estreia. E, justamente por isso, é o convidado para celebrar esses 10 anos da Medicina da Pele.

“Foi um presente esse convite, me deixou muito contente”, diz Elias Andrade, que está selecionando uma série bem especial de quadros que retratam a cultura local. “São coisas nossas, que valorizam as nossas raízes. Tudo sempre muito colorido, com temática da Ilha”, antecipa Índio, que nasceu em Sambaqui. Até hoje vive no terreno da família, cheio de manacás sempre floridos rodeando a casa original, agora transformada em ateliê.

 

Para celebrar a trajetória, Elias Andrade, responsável pela primeira exposição realizada no local, foi escolhido para a nova mostra.

 

A mostra será aberta nesta quarta-feira, 16, às 16h30. O motivo do horário? Atender aos hábitos do artista, que dorme com o pôr-do-sol. “Sou aqui do mato. Gosto de caminhar cedinho em Jurerê, no Forte, na Daniela. Nem vou pro centro, a gente não conhece mais ninguém lá”, diz Elias Andrade com a sua encantadora simplicidade, mas dono de uma sensibilidade digna de quem há 45 anos vive da própria arte.

 

 

Da redação

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