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Chegou 2026, e agora? Por Octávio Lebarbenchon
Mais do que zerar o calendário, início do ano propõe olhar crítico sobre aprendizados e decisões do passado

Chegou 2026, e agora? Por Octávio Lebarbenchon
Início de 2026 reforça importância de planejamento e reflexão antes de novas decisões. (Foto: Freepik)

Publicado em 13/01/2026

Uma das coisas que mais percebo no início de cada ano é verificar que muita gente acha que tem que começar do zero, esquecendo tudo do ano anterior.

Aqui vai a minha primeira dica: mesmo que o ano de 2025 não tenha sido um dos melhores, ele certamente foi um ano de muitos aprendizados.
Muitos feedbacks tivemos e muitas coisas realizamos. Não se pode abandonar o que ocorreu, e sim usar tudo que vivemos como matéria-prima para planejarmos o novo ano.

Aqui, meu tema com vocês é planejamento.

Pare algumas horas, e até dias, e se dedique a planejar. Defina prioridades, defina o que você quer, o que quer fazer e o que pretende alcançar.

Nestes primeiros momentos do ano de 2026, pare um pouco. Não aja como descuido, e sim com estratégia.
Nossa vida precisa destas paradas, e nossa empresa também.
São momentos de pura reflexão.

É super importante saber onde queremos chegar, em que porto, com que barco, com quem e que resultados desejamos.

Um amigo meu disse pra mim: este ano vou aprender um novo idioma; outro, vou aprender a tocar guitarra; outro, vou fazer o Caminho de Santiago; e um empresário disse: vou exportar pra Europa.

É super importante botar metas claras e, após isso, definir um plano de ação possível, audacioso e desafiador, mas alcançável.

É importante saber para onde queremos ir. Uma vez, falando com um monge, ele me disse: siga seus pensamentos, mas antes os organize na sua cabeça, na sua mente. Não devaneie, sonhe; não julgue, faça; não critique, elogie; não reclame, agradeça.

Nossa mente tem que estar sob nosso comando para que possamos levá-la aos caminhos que estamos querendo percorrer.

Nunca foi tão importante ser resiliente e saber entender as ideias diferentes.
Respeitar o que o outro pensa é um sinal de humanidade. Perdoar é um dom.

Portanto, que venha 2026. Aliás, já está aí. Pare, pense, planeje e aja. A humanidade está esperando nossas ações, cujo objetivo maior é tornar este mundo um mundo mais pacífico, mais amável pra se viver.

Viva 2026.

 

 

 

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Sobre o autor

Octávio Lebarbenchon

Octávio Lebarbenchon

Empresário, consultor, conselheiro e professor universitário há mais de 30 anos na UDESC/Esag das matérias de negociação, vendas e liderança.


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