00:00
21° | Nublado

Living Sopro convida o público a desacelerar
Inspirado em um apartamento que será construído em Florianópolis, o projeto propõe uma experiência real e sensível sobre o habitar contemporâneo

Living Sopro convida o público a desacelerar
O Living Sopro, assinado por Andressa Venturini na CASACOR SC, propõe uma reflexão sobre o modo de habitar com leveza e presença. (Foto: Mariana Boro)

Publicado em 05/11/2025

As oportunidades de observar o novo, entender as tendências e suas aplicações nos mais diferentes espaços são inúmeras durante a CASACOR Santa Catarina. Nesta edição, a arquiteta Andressa Venturini apresenta um ambiente que vai além das escolhas e do conceito. Ao criar o Living Sopro, ela permite aos visitantes a visualização da planta original de um dos apartamentos que serão erguidos pela Dimas Construções onde a mostra está sediada, o Ex-parque Gráfico da NSC, em Florianópolis.

“Uma consideração importante a destacar sobre o Living Sopro é que ele vai além de um projeto de interiores. É uma reflexão sobre o modo como habitamos e nos relacionamos com nossos espaços. Em um mundo cada vez mais acelerado e digital, o Sopro nos convida a desacelerar, a valorizar o silêncio, a leveza e a presença plena”, destaca Andressa.

Ao projetar um espaço exatamente como aquele que será realmente habitado, Andressa reforça a funcionalidade como condição essencial para um living fluido e descomplicado que se molda a múltiplos usos. É um lugar para conversar, ler, ouvir música, respirar. A disposição do mobiliário favorece a circulação do olhar, da luz e das pessoas e a integração entre áreas reflete a ideia de continuidade e transição suave, como o próprio sopro que o nome evoca.

Neste mobiliário solto constam designers renomados como Jader Almeida, Domingos Tótora e Guilherme Wentz, agregando valor artístico e design contemporâneo ao living. Suas peças complementam a atmosfera fluida, confortável e sofisticada, harmonizando-se com o conceito de leveza e sensibilidade do ambiente. Outro ponto de atenção, são as obras da artista e ceramista Mitushi.

Sem alterar ou mascarar a estrutura base, o ambiente se apoia nela como parte essencial do conceito de um espaço real e possível. A planta foi respeitada em sua essência com escolhas que exploram fluidez, luz e respiro, mantendo a funcionalidade que será exigida no uso cotidiano.

Além disso, o projeto reforça a importância da arquitetura afetiva, incorporando elementos que remetem à história e memórias do morador. Um exemplo claro é a biblioteca, que evoca a infância da autora do projeto, trazendo aconchego e uma conexão emocional profunda com o espaço. “Essa dimensão afetiva ajuda a criar lares que não são apenas funcionais, mas verdadeiros refúgios para o corpo e a alma”, finaliza a arquiteta. 

 

 

 

Da redação

Para receber notícias, clique AQUI e faça parte do Grupo de WHATS do Imagem da Ilha.

Gostou deste conteúdo? Compartilhe utilizando um dos ícones abaixo!

Pode ser no seu Face, Twitter ou WhatsApp!

Para mais notícias, clique AQUI

Siga-nos no Google notícias

Google News