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Auditores de Angola buscam experiência no TCE/SC

Auditores de Angola buscam experiência no TCE/SC
O Tribunal de Contas de Santa Catarina recebeu, durante o mês de julho, auditores do órgão de controle de Angola para uma agenda voltada ao compartilhamento de conhecimentos e experiências. (Foto: Guto Kuerten (Acom – TCE/SC) )

Publicado em 28/08/2026

Uma equipe de auditores do Tribunal de Contas de Angola passou cinco dias, durante o mês de julho, no Tribunal de Contas de Santa Catarina (TCE/SC) para uma agenda de capacitação e intercâmbio de experiências. A iniciativa faz parte da cooperação técnica mantida entre as duas instituições.

A programação foi estruturada a partir de temas previamente encaminhados pelo tribunal angolano. Entre os assuntos abordados estiveram a avaliação do planejamento governamental, a realização de auditorias financeiras e a produção do relatório técnico relacionado às contas apresentadas pelo Governo do Estado.

Troca de experiências

Para Ernesto Matundo Mbaso, chefe da 3ª Divisão do Tribunal de Contas de Angola, a visita representa uma oportunidade de aprimorar conhecimentos e conhecer procedimentos adotados pelo órgão catarinense.

Segundo ele, o Tribunal de Contas de Santa Catarina é visto como uma referência. A intenção da missão foi conhecer metodologias, reunir informações e experiências e, posteriormente, avaliar como esses aprendizados podem ser aplicados à realidade angolana.

O intercâmbio é realizado por meio de um acordo de cooperação técnica firmado entre os tribunais, que prevê o compartilhamento de conhecimentos, experiências e boas práticas na área de controle externo.

Conhecimento compartilhado

A diretora de Contas de Governo do TCE/SC, Gissele Souza de Franceschi Nunes, destaca que a cooperação também contribui para o trabalho desenvolvido pelo próprio tribunal catarinense.

Para ela, compartilhar metodologias e práticas com instituições de controle de outros países permite ampliar a troca de conhecimentos e conhecer diferentes formas de atuação. O contato com outras realidades, segundo Gissele, também possibilita refletir sobre os procedimentos adotados e fortalecer continuamente o trabalho de controle externo.

 

 

Da redação

Fonte: TCE/SC

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