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SC registra queda nas exportações e aumento nas importações

As exportações de Santa Catarina em janeiro de 2025 somaram US$ 844,87 milhões, uma queda em relação ao ano passado. (Fotos: Yellow Boat/Adobe Stock)

Publicado em 11/02/2025

Em janeiro de 2025, Santa Catarina exportou US$ 844,87 milhões, registrando uma queda de 2,67% em comparação ao mesmo mês do ano anterior. No sentido oposto, as importações cresceram 23,5%, atingindo cerca de US$ 3,3 bilhões.

Os principais produtos exportados pelo estado foram as carnes de aves, que tiveram um crescimento de 12,9% e somaram US$ 156,09 milhões, e a carne suína, com alta de 10,9%, alcançando US$ 122,83 milhões. Entre os itens que registraram retração estão os motores elétricos, com queda de 19,2% (US$ 32,54 milhões), e as partes de motor, que recuaram 13,5% (US$ 30 milhões). Por outro lado, o tabaco não manufaturado se destacou com um avanço de 96,2%, totalizando US$ 31,92 milhões.

De acordo com o Observatório FIESC, a soja apresentou a maior retração entre os 20 principais produtos exportados por Santa Catarina, com redução de 75,6% no valor (US$ 12,86 milhões) e queda de 69,5% no volume embarcado.

Importações em alta

No ranking das importações, o cobre refinado liderou com US$ 107,73 milhões, uma alta de 17,7% em relação a janeiro de 2024. Os fertilizantes nitrogenados tiveram um aumento expressivo de 244,8%, totalizando US$ 103,2 milhões. As compras de partes e acessórios para veículos chegaram a US$ 88,74 milhões, um avanço de 32,6%, enquanto as importações de semicondutores cresceram 43,9% (US$ 86,49 milhões). Os polímeros de etileno também registraram crescimento, subindo 27,2% e alcançando US$ 74,47 milhões.

Principais parceiros comerciais

Os Estados Unidos permaneceram como o maior destino das exportações catarinenses em janeiro, com US$ 110,26 milhões. A China ficou em segundo lugar, com US$ 93,12 milhões, seguida da Argentina, que recebeu US$ 71,87 milhões em produtos do estado.

No sentido inverso, a China foi o principal país de origem das importações catarinenses, somando US$ 1,53 bilhão. Os Estados Unidos foram o segundo maior fornecedor, com US$ 192,3 milhões, e o Chile aparece na sequência, com US$ 165,74 milhões.

 

 

Da redação

Fonte: RC

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