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Imóveis de SC geram R$ 25 milhões em primeiro leilão do ano

O leilão de imóveis públicos em Santa Catarina arrecadou cerca de R$ 25 milhões, com destaque para os imóveis localizados em Florianópolis e Lages. (Fotos: Leo Munhoz/Secom)

Publicado em 13/01/2025

Em formato híbrido, ou seja, com a possibilidade dos interessados participarem de forma presencial ou online, o Governo do Estado realizou na tarde desta quinta-feira, 9, nas dependências do auditório da Secretaria de Estado da Administração (SEA) o primeiro leilão de imóveis. Promovido pela Diretoria de Gestão Patrimonial (DGPA) e conduzido pela leiloeira Auryannye Marques, o leilão conseguiu arrecadar aproximadamente R$ 25 milhões.

Os participantes arremataram dois lotes, sendo um imóvel com área total de 3.988,39 m², localizado no bairro Estreito em Florianópolis que estava avaliado em mais de R$ 18 milhões, sendo adquirido pela quantia de aproximadamente R$ 20 milhões, e o segundo lote, um imóvel com área de 607,40 m² localizado na cidade de Lages foi adquirido por aproximadamente R$ 5 milhões.

Os demais lotes que estavam fazendo parte do leilão desta quinta-feira e que não obtiveram lance, serão colocados novamente em outra oportunidade ainda no transcorrer deste ano.

“Esse é o primeiro leilão do ano que estamos organizando atendendo pedido do governador Jorginho Mello, para que pudéssemos disponibilizar imóveis que não são de utilidade para o Estado e para qualquer empreendimento, visando alienar e suprir parte do deficit da previdência que Santa Catarina possui”, disse o secretário da Administração, Vânio Boing.

Segundo ele, ainda no transcorrer deste ano mais três leilões deverão acontecer visando colocar à disposição dos interessados a compra dos imóveis que o Estado não realizará qualquer benfeitoria ou investimento.

“São imóveis que só geram custos e nossa intenção é destiná-los para que possamos suprir a insuficiência financeira que a previdência do Estado vem tendo”, comentou o secretário da Administração catarinense.

Hoje existem por parte do Estado aproximadamente 4.500 imóveis catalogados e acredita-se que metade deste total não venha a receber investimentos, o que fará com que eles possam ser colocados nos próximos leilões de 2025.

 

 

Da redação

Fonte: RCN

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