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Movimento do bem
Ação ‘Cidade Limpa’ reúne oficina de arquitetura para as crianças e mutirão de limpeza

Os pequenos colocaram no papel o que aprenderam sobre a criação de casas e construções urbanas (Foto: Ro Reitz/ Movimento Traços Urbanos)

Publicado em 23/05/2017

A importância da limpeza urbana para a qualificação dos espaços públicos da cidade é o grande tema da ação ‘Cidade Limpa’, que foi realizada nos dias 5 e 6 de maio pelo Movimento Traços Urbanos, em Florianópolis. A programação contou com palestras, debates, oficina de arquitetura voltada para crianças e mutirão de limpeza na região do Centro Histórico Leste da capital catarinense, batizada de ‘Distrito Criativo’ pelo movimento. As atividades foram realizadas no Museu da Escola Catarinense (MESC), na rua Saldanha Marinho, e integram a programação do evento Nossa Rua, promovido pelo movimento, que também contou com Caminhadas Culturais pela região.

No dia 6 de maio, foi realizada a ‘Oficina: arquitetura para as crianças’, ministrada pela arquiteta e urbanista Simone Sayegh, cofundadora da Pistache Editorial – que propõe a difusão do conhecimento da técnica e dos aspectos sociais da arquitetura. A atividade reuniu em torno de 20 crianças, com idades entre 6 e 12 anos. Elas utilizaram materiais recicláveis para construírem maquetes de casas e, juntas, montarem uma pequena cidade, levando em conta as relações das pessoas com o meio urbano. "O objetivo é explorar a cidade, as formas de habitá-la e de construí-la, aguçar o olhar da criança para as edificações e a relação entre elas, e incentivar a criatividade na criação de casas e construções urbanas", explica Simone.

Mutirão de limpeza

No mesmo dia, o Traços Urbanos promoveu um mutirão de limpeza pelo entorno do MESC, liderado pelo Movimento 1, equipe que realiza ações com cunho social, arte e entretenimento e educação em Florianópolis. E, também, a primeira edição da Caminhada Cultural, na Catedral Metropolitana. O tour seguiu um percurso por dez pontos da região, comandado pelos guias de turismo Jaqueline Vargas, Franciele Dias, Rodrigo Stüpp e Isaac Ribeiro. “A intenção é ressignificar a paisagem e as edificações do Centro Histórico pelas quais passamos desatentos cotidianamente e valorizar os patrimônios históricos, culturais e ambientais”, argumenta Felipe Lima, coordenador do Grupo Turismo do Movimento Traços Urbanos. 

 Da redação